Não é a primeira vez que vos trago um espumante...sou aliás ao fim de algun anos uma apreciadora de espumante bruto, nacional, seja de que região for - Douro, Bairrada, Távora-Varosa...
Esta surpresa muito agradável tem quase uma semana, mas rendi-me no imediato, por impulso e sugestão.
A acompanhar um queijo amanteigado, diga-se, de excelente qualidade. Mas este Real Senhor, é um Senhor.
Equilibrado, tentador, fresco, borbulhante na medida certa, desde que servido à temperatura certa, nem quente, nem gelado, apenas na temperatura certa.
Sei que já foi aconselhado por outras fontes para acompanhar a consoada que se avizinha. Não me parece nada mal, e faz justiça à solenidade da Ceia de Natal...Mas sinto que não deve ser tratado apenas com pompa e circunstância.
Os amigos ficarão felizes se o puderem beber durante uma tertúlia caseira, será memorável num jantar a dois, e poderá ser servido na esplanada, a contemplar o rio - seja ele qual for - num fim de tarde indulgente de dolce faire niente, na descompressão de um stressante dia de trabalho
A pergunta do costume fica com esta simples resposta. A resposta é sim. Agora atrevam-se vocês a dar a vossa própria resposta!
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sexta-feira, 7 de dezembro de 2012
sábado, 28 de janeiro de 2012
Terras do Demo
As terras da zona compreendidas entre os rios Távora e Varosa, possuem um clima único para o cultivo de uvas destinadas à produção de vinho espumante. Ainda mais perfeitas que as presentes na famosa zona demarcada de Champagne, em França. Pelo menos essa é a determinada opinião emitida por quem sabe e se dedica de corpo e alma à produção de vinhos nessa região.
Mas não vos venho falar em detalhe desta zona, nem do terroir, nem das castas, nem dos processos de vinificação...Venho falar-vos de um espumante região. E pode dizer-se que mais que uma delícia, é um pecado, este Terras do Demo. Pode ser encontrado nas variantes Bruto, Tinto e Rosé, sendo que a minha eleição vai para o Rosé, sem contudo desprestigiar os outros dois.
O que dizer desde espumante, "olho de perdiz", borbulhante, leve, cítrico, de acidez equilibrada e leveza surpreendentes. Diz-se que um flute de Champagne, é a única bebida alcoólica que se pode beber a qualquer hora do dia, e com quase todos os pratos, ou mesmo só. Neste caso, quase que concordo. Já me atrevi a bebe-lo com carne, peixe, saladas, sobremesas, mais rústicas, mais leves, mais intensas, e nunca desiludiu, nem se descontextualizou.
Tem uma relação qualidade preço absolutamente fabulosa, mas nem sempre é fácil de encontrar na grande distribuição. Pelo menos o Rosé e o Tinto. O Bruto, branco, já o encontrei em algumas prateleiras, mas com alguma oscilação de preço.
Talves possam ir à fonte, à Cooperativa Agrícola de Távora. O sucesso deste vinho é incrivel, e tendo começado com uma produção de cerca de 6000 garrafas, já produz umas significativas 30 000!!
A nível de design a garrafa é belíssima e tem a particularidade de ter um selo dourado lacrado colocado à mão, o que por si só faz desta garrafa uma peça de artesanato. Dos 12 funcionários que trabalham nesta cooperativa, que contribuem para a colocação deste vinho no mercado, 4 deles fazem este trabalho. Quem prova este vinho, sente que é um vinho feito com amor e paixão.
É com muito orgulho português, nos nossos vinhos, e na nossa qualidade, que quando me perguntam, como já vai sendo hábito:
Delícia?! Pergunta à Patrícia!! Resposta: Este espumante é sem dúvida uma delícia!
Mas não vos venho falar em detalhe desta zona, nem do terroir, nem das castas, nem dos processos de vinificação...Venho falar-vos de um espumante região. E pode dizer-se que mais que uma delícia, é um pecado, este Terras do Demo. Pode ser encontrado nas variantes Bruto, Tinto e Rosé, sendo que a minha eleição vai para o Rosé, sem contudo desprestigiar os outros dois.
O que dizer desde espumante, "olho de perdiz", borbulhante, leve, cítrico, de acidez equilibrada e leveza surpreendentes. Diz-se que um flute de Champagne, é a única bebida alcoólica que se pode beber a qualquer hora do dia, e com quase todos os pratos, ou mesmo só. Neste caso, quase que concordo. Já me atrevi a bebe-lo com carne, peixe, saladas, sobremesas, mais rústicas, mais leves, mais intensas, e nunca desiludiu, nem se descontextualizou.
Tem uma relação qualidade preço absolutamente fabulosa, mas nem sempre é fácil de encontrar na grande distribuição. Pelo menos o Rosé e o Tinto. O Bruto, branco, já o encontrei em algumas prateleiras, mas com alguma oscilação de preço.
Talves possam ir à fonte, à Cooperativa Agrícola de Távora. O sucesso deste vinho é incrivel, e tendo começado com uma produção de cerca de 6000 garrafas, já produz umas significativas 30 000!!
A nível de design a garrafa é belíssima e tem a particularidade de ter um selo dourado lacrado colocado à mão, o que por si só faz desta garrafa uma peça de artesanato. Dos 12 funcionários que trabalham nesta cooperativa, que contribuem para a colocação deste vinho no mercado, 4 deles fazem este trabalho. Quem prova este vinho, sente que é um vinho feito com amor e paixão.
É com muito orgulho português, nos nossos vinhos, e na nossa qualidade, que quando me perguntam, como já vai sendo hábito:
Delícia?! Pergunta à Patrícia!! Resposta: Este espumante é sem dúvida uma delícia!
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